sábado, novembro 22, 2008

Porque será que vai tanta gente a Sernancelhe?

Quatro amigos decidem passar o dia em Sernancelhe.
Fui o primeiro a chegar. Não admira, marquei à porta de casa... Depois veio o Maurício...


...entretanto, chegou o Silvério...

Estas traseiras!
... e finalmente, veio o Paulo Amílcar...
A melhor forma de ver um Porsche: no retrovisor de outro Porsche.
Na Sarzeda, em Sernancelhe, (sentido Penedono, 2ª rotunda à esquerda) obrigatório amesendar na CASA DO AVÔ, do Chefe Pedro Loureiro (tf: 254594016; casadoavo@sapo.pt)
Ah, o forno de lenha!
Depois de uma "tábua" de entradas "muito múltipla", um polvo tenro com couves e tortulhos, num estupendo matrimónio da terra e do mar...
A simpatiquérrima Filipa, a servir, de escanção, um rútilo Borba .
... e continuou-se com um naco de vitela, sápido, tenro, a ressumar do alho e sal um sabor campestre, com aquelas tão belas quão piquenas batatinhas da horta ao lado ...
... e seguiu-se-lhe um abade de Priscos, a adoçar o palato, ainda, sobressaltado...
Les copaîns, retemperados, ou o smoke gang: da esq. para a dta. o Silvério, o Maurício, o Paulo Amílcar e a São.
Eu? A tirar o 'bonecro', claro!
Cavalaria transalpina...
... e germânica.
Voluptuosas e esbeltas. Latinas!
Depois de uma competente e profícua visita à Biblioteca Municipal, um café na zona histórica e o feliz encontro com o Senhor Pe. Cândido, que foi sapiente cicerone da Igreja Matriz, românica, do século XII. Só por si justifica uma ida...!
E sem palavras para tanta beleza, desde o românico aos frescos góticos, chegando ao barroco... uma jubilante (re) descoberta!



E você, de que está à espera para ir a Sernancelhe?


Nota Final e a justificar o título: várias excursões com algumas centenas de visitantes percorriam as ruas locais, após terem calcorreado o belíssimo circuito pedestre de 13 km, por entre soutos majestosos, da ROTA DOS CASTANHEIROS.